Estou em aula. Um pouco apreensivo, mas com a meta, a perseverança de que tenho que ir a fundo com os conhecimentos de informática e as realidades impostas por 20 multiterminais, que no final expressam 40 alunos e cabeças que procuram na informática a resposta: "... donde está? ... e como se constrói o saber? Ou melhor, o quê um professor readaptado, que a muito deixou a regência de sala, por um cantinho cobiçado, que é o laboratório de informática. Principalmente, em se tratando de uma época histórica em que as diferenças se somam na tentativa de reconstruir um futuro sólido e globalizado. Hoje se lê nas mídias que países europeus vivem na prática o que o nosso país viveu quando era subdesenvolvido. Aliás se o termo "em desenvolvimento" pode assim justificar as péssimas notícias de desvios homéricos no campo financeiro. Bom! voltando aos terminais e as possíveis cabeças, lembro-me um tanto apreensivo da rainha má de Alice no país das maravilhas, que a tudo dizia: " ... cortem as cabeças ..." é na realidade virtual deve-se cortar essas cabeças cruas e readaptar aos corpos a cabeças moderadas, lapidadas, centradas num curso estável e longínquo do saber. Já que as universidades estão a décadas de distância. Voltando ainda a realidade do laboratório, a décadas de distância uma ova! Pá!. O laboratório está inserido numa unidade de ensino de nível médio. Pá! as jovens e tenras cabeças, são na realidade de pré-vestibulares. Em se sabendo, que vestibular é cousa da ditadura ou ditacuja. Hoje, estamos centrados em ENEM, parcelas de raças, embora não seja eu de cunho racista. Pá! acho. Na realidade queria era centrar-me na dificuldades geradas pelo softer linuxniano 5 e 3. Só!